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	<title>Cred-System</title>
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	<description>Desde 1996 no mercado, a Cred-System é altamente especializada na concessão de crédito para clientes das classes emergentes, não bancarizados e autônomos.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Aug 2010 12:41:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>30 hábitos do novo consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mapeou preferências dos consumidores e identificou seus hábitos de compra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; A pesquisa Retratos do Varejo2010, da APAS, associação paulista de supermercados, flagrou os hábitos e o grau de satisfação dos consumidores de varejo na hora da compra. Mostrou ainda como deu-se a evolução desses hábitos de 2006 para 2009. Veja 30 desses pontos.</p>
<p><strong>1.   41% dos consumidores</strong> de classe C fazem compras de carro.</p>
<p><strong>2.   31% dos consumidores</strong> de classe C têm cartão de crédito ou de loja.</p>
<p><strong>3.   A maioria dos consumidores</strong> de classe C compra mais no início do mês.</p>
<p><strong>4.   82% dos consumidores</strong> de classe AB fazem compras de carro.</p>
<p><strong>5.   71% de seus gastos</strong> são direcionados ao autosserviço.</p>
<p><strong>6.   Consumidores de classe AB e C</strong> reaproveitam alimentos em igual proporção, assim como apresentam uma diferença de apenas 1% no controle do consumo de água.</p>
<p><strong>7.   65% dos consumidores</strong> da classe DE fazem compras a pé.</p>
<p><strong>8.   48% dos gastos</strong> da classe DE são destinados ao autosserviço.</p>
<p><strong>9.   Consumidores brancos</strong><strong> </strong>compram mais nas quartas-feiras.</p>
<p><strong>10.   Consumidores brancos</strong> são responsáveis pelos maiores gastos em hipermercados e supermercados.</p>
<p><strong>11.   Consumidores negros e pardos</strong> compram mais aos domingos.</p>
<p><strong>12.   21% dos gastos</strong> de outras etnias são em canais alternativos como venda porta-a-porta, farmácias, drogarias e atacadistas.</p>
<p><strong>13.   Outras etnias</strong> compram mais aos sábados.</p>
<p><strong>14.   23% das pessoas</strong><strong> </strong>que moram sozinhas e dos casais sem filhos praticam exercícios físicos. 10% a mais do que casais com crianças pequenas.</p>
<p><strong>15.   31% das pessoas</strong><strong> </strong>que moram sozinhas ou de casais sem filhos procuram alimentos com baixo teor de gordura, contra 15% dos casais que moram com filhos pequenos.</p>
<p><strong>16.   Casais com crianças pequenas</strong> têm uma taxa de separação de lixo para reciclagem 15% menor do que pessoas que moram sozinhas ou casais sem filhos.</p>
<p><strong>17.   Pessoas que moram</strong><strong> </strong>sozinhas ou casais sem filhos possuem um tíquete médio menor, mas gastam mais em grandes lojas, concentrando suas compras no início do mês.</p>
<p><strong>18.   Casais com crianças</strong> pequenas compram mais nas segundas-feiras.</p>
<p><strong>19.   Casais com crianças</strong> pequenas fazem mais visitas ao ponto-de-venda.</p>
<p><strong>20.   63% dos gastos</strong> de lares com crianças pequenas são voltados ao autosserviço.</p>
<p><strong>21.   Casais com crianças</strong> pequenas concentram-se mais na classe C.</p>
<p><strong>22.   Pessoas que moram</strong><strong> </strong>sozinhas ou casais sem crianças preocupam-se mais com a conservação e o reaproveitamento dos alimentos, preservação do meio ambiente, controle de consumo de água. Além disso, também verificam mais a lista de calorias dos alimentos.</p>
<p><strong>23.   Casais com crianças</strong> pequenas, por sua vez, preocupam-se mais em fazer e seguir listas de compras.</p>
<p><strong>24.   Em 2006, 74%</strong> dos consumidores estavam satisfeitos com a limpeza do local de compra. Em 2009, essa taxa caiu para 67%.</p>
<p><strong>25.   Entre 2006 e 2009</strong>, a satisfação com a qualidade e o frescor de carnes e aves nos locais de compra caiu 7%.</p>
<p><strong>26.   Houve um aumento</strong> de 5% no incômodo dos consumidores com a demora do atendimento no caixa de 2006 para cá.</p>
<p><strong>27.   12% dos consumidores</strong> acham importante ter produtos gourmet à venda, mas apenas 3% estão satisfeitos com os produtos gourmet.</p>
<p><strong>28.   42% dos consumidores</strong> acham importante ter vagas especiais para idosos, mas apenas 7% estão satisfeitos com as vagas.</p>
<p><strong>29.   Ter seção</strong> de produtos para dietas especiais  (diabetes, celíacos, etc) é importante para 34% dos consumidores, mas apenas 6% estão satisfeitos com os produtos.</p>
<p><strong>30.   A maioria</strong> dos consumidores de varejo continuam insatisfeitos com fatores básicos como limpeza e organização da loja, rapidez no caixa, etc. O que demonstra seu amadurecimento e o crescente nível de exigência.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/30-habitos-novo-consumidor-559084.html?page=1" target="_blank">Portal Exame</a></p>
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		<title>Pesquisa revela que 25% das crianças e adolescentes visitam sites de varejo</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-25-das-criancas-e-adolescentes-visitam-sites-de-varejo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 17:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que crianças e adolescentes entravam na internet apenas para pesquisas escolares. Hoje, os internautas com idade de seis a 14 anos, e que já somam quase cinco milhões no Brasil, estão mais interessados em entretenimento e em reforçar a sua rede de contatos na web. Pesquisa feita pela consultoria britânica comScore [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que crianças e adolescentes entravam na internet apenas para pesquisas escolares. Hoje, os internautas com idade de seis a 14 anos, e que já somam quase cinco milhões no Brasil, estão mais interessados em entretenimento e em reforçar a sua rede de contatos na web. Pesquisa feita pela consultoria britânica comScore revela que esses usuários passam 60% do tempo on-line assistindo a vídeos no You Tube, conversando no MSN e trocando contatos em sites como Orkut e Facebook. Até o Twitter já aparece na lista. A propensão ao consumo não fica muito atrás: um em cada quatro acessa sites de lojas de varejo, conforme mostra a reportagem de Bruno Rosa na edição do O GLOBO deste domingo.</p>
<p>Esses quase cinco milhões de crianças e adolescentes já ultrapassaram em quantidade outros grupos, como o de 45 a 54 anos, que somam 3,7 milhões. Alex Banks, diretor da comScore no Brasil e vice-presidente da consultoria na América Latina, lembra que esses jovens já nasceram na cultura digital.</p>
<p>- Esses jovens representam 12% da população on-line no Brasil, e os números devem crescer. É inevitável. Em termos educativos, a internet tem muito a oferecer. Hoje, a primeira coisa que a criança faz quando entra na internet é assistir a vídeos, ver filmes e ouvir músicas. O MSN (serviço de conversa da Microsoft) representa 22% do tempo que crianças e adolescentes passam na web, e as redes sociais ficam com 15%. Das 8,6 bilhões de páginas acessadas no Brasil em maio, 1,6 bilhão veio de jovens entre seis e 14 anos &#8211; afirma.</p>
<p>Segundo a comScore, 28% dos usuários no Brasil entre seis e 14 anos acessam o Orkut, e outros 4% entram no Facebook e no Twitter. De olho nesse público, alguns bancos já lançaram cartões de crédito pré-pagos, destinados ao público de sete a 17 anos.</p>
<p><strong><span style="color: #444444;font-size: x-small">Fonte: <a href="http://www.dihitt.com.br/barra/pesquisa-revela-que-25-das-criancas-e-adolescentes-visitam-sites-de-varejo" target="_blank">O Globo</a></span></strong></p>
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		<title>Código de Defesa do Consumidor é obrigatório no varejo</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/codigo-de-defesa-do-consumidor-e-obrigatorio-no-varejo/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei federal ainda não é cumprida na sua totalidade na Capital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-815" src="http://www.credsystem.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cod-defesa-119x79.jpg" alt="cod defesa" width="119" height="79" /></p>
<p>Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 20, a Lei 12.291 torna obrigatória a presença do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em território nacional. Com a regra, o documento deve estar em local visível e de fácil acesso aos clientes, a fim de solucionar dúvidas no momento da aquisição de um bem. Em caso de descumprimento, o local fica sujeito à punição, por meio de multa que pode chegar a R$ 1.064,10.</p>
<p>A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) recebeu com ponderação a entrada em vigor da nova lei. Segundo o presidente da associação, Nabil Sahyoun, houve pouco tempo de debate, sem que as entidades empresariais auxiliassem em seu processo de elaboração. &#8220;A gente entende que é importante ter o código à disposição, no entanto, não deveria ser imposto, pois as entidades não foram chamadas para dar opinião.&#8221;</p>
<p>Mesmo que já esteja vigorando, muitas lojas não se adaptaram à lei. No Centro de Porto Alegre, a maioria dos locais consultados ainda não tinha em suas dependências a cópia impressa do conjunto de leis do consumidor, e muitos sequer sabiam sobre a necessidade de deixar o código à vista. Tendo em vista a dificuldade de informar todos esses lojistas, o Procon-Porto Alegre trabalhará, em um primeiro momento, com ações visando ao esclarecimento nos pontos de venda.</p>
<p>&#8220;Vamos dar um tempo de maturação de dois a três meses com ações de educação, sendo que já distribuímos mais de mil exemplares do código&#8221;, relata o diretor-executivo da entidade, Omar Ferri Junior. De acordo com ele, a lei erra por não prever um prazo de adequação para os estabelecimentos. Por isso, somente depois de realizadas as iniciativas de orientação, o Procon deve iniciar o processo de notificação e autuação nas lojas que não respeitarem a norma.</p>
<p>Mesmo com a ressalva, o dirigente lembra que a Lei 12.291 é fundamental para ampliar os conhecimentos sobre direitos e deveres de consumidores e fornecedores. Ele sugere, ainda, que a publicidade do CDC nas lojas pode servir como uma ferramenta a mais para o varejo. &#8220;Vejo como uma grande questão de marketing; o fornecedor que respeita o consumidor não tem medo de expor o código&#8221;, afirma.</p>
<p>Com a interpretação de que a regulamentação apresenta uma mudança cultural difícil de ser vencida, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL-Porto Alegre) prepara diversas ações informativas para divulgar a legislação em vigor. No site da entidade (www.cdlpoa.com.br) é possível para fazer o download do CDC para disponibilizá-lo nas lojas. O presidente da entidade, Vilson Noer, destaca que o principal objetivo da CDL é prevenir os empresários de possíveis prejuízos. &#8220;É importante que o lojista esteja atualizado em relação a isso e possa usar o código de forma adequada e resolver eventuais dificuldades na relação com o consumidor.&#8221;</p>
<p>Embora ainda tenha pouco alcance, algumas lojas se anteciparam ao período de fiscalização da norma e já contam com uma versão do CDC. É o caso da Rainha das Noivas da rua Doutor Flores, no Centro da Capital. Lá, a cópia encadernada do código está disponível desde que a lei foi publicada. &#8220;Em geral, as reclamações são sanadas na hora, mas o código presente é bom porque vai esclarecer sobre tudo o que se tem direito&#8221;, aponta a gerente Magda Rizzon.</p>
<p>O mesmo acontece na Mc Benett da rua Otávio Rocha. A gerente da loja, Érica Cristiane da Silva, relata que muitos clientes reivindicam direitos que, na realidade, não existem. Para ela, essas ocorrências devem diminuir com a presença do código dentro do estabelecimento. &#8220;Alguns consumidores não têm razão, agora temos como provar isso&#8221;, diz.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=35151&amp;codp=21&amp;codni=3" target="_blank">Jornal do Comércio</a></p>
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		<title>Pesquisa diz que consumo deve continuar em alta</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/pesquisa-diz-que-consumo-deve-continuar-em-alta/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 13:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo dados do instituto Provar, 75,6% dos consumidores estão dispostos a comprar bens duráveis no terceiro trimestre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo dados do instituto Provar, 75,6% dos consumidores estão dispostos a comprar bens duráveis no terceiro trimestre</strong></p>
<p>A intenção do consumidor de comprar bens duráveis no terceiro  trimestre continua forte, apesar da iniciativa do governo de esfriar o  mercado interno, aumentando a taxa de juros e retirando os incentivos  tributários para a venda de carros, geladeiras, fogões e máquinas de  lavar.</p>
<p>Pesquisa feita com 500 consumidores de todas as classes sociais, na  segunda quinzena de junho na cidade de São Paulo, mostra que 75,6%  pretendem adquirir algum bem durável no terceiro trimestre. A pesquisa  foi feita pelo instituto Provar/FIA e Felisoni Consultores Associados.  Esse resultado é um ponto porcentual maior que o obtido no segundo  trimestre (74,6%) e está acima do registrado no terceiro trimestre de  2009 (74,2%).</p>
<p>&#8220;Prazos longos, forte concorrência entre lojas e crescimento da renda  explicam o aumento do consumo&#8221;, diz o presidente do conselho do Provar,  Claudio Felisoni de Angelo. Ele ressalta que a velocidade do  crescimento do consumo de bens duráveis continua elevada, apesar da alta  dos juros básicos. Com base nos dados de vendas reais do comércio  varejista do IBGE, o economista projeta crescimento acumulado 1,95% no  terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior.</p>
<p>No terceiro trimestre de 2009, as vendas aumentaram 3,6% na  comparação com o segundo trimestre do ano passado. &#8220;O crescimento  previsto para o varejo ainda é muito bom, apesar do ritmo menor.&#8221;</p>
<p>Na opinião do economista, uma desaceleração mais forte do varejo deve  ocorrer só em 2011, já que neste ano as vendas estão sendo estimuladas  pela Copa do Mundo e eleições.</p>
<p>Entre os produtos mais desejados pelo consumidor estão artigos de  cine e foto (12,6%), seguidos por itens de informática (11%), linha  branca (10,6%), eletroeletrônicos (10,4%), telefonia e celulares (10,2%)  e móveis (8,6%).</p>
<p>De dez segmentos pesquisados, apenas quatro registram queda na  intenção de compras em comparação ao ano passado: linha branca, móveis,  informática e automóveis. Na comparação com o segundo trimestre deste  ano, a intenção de compra cai no terceiro trimestre para móveis,  eletroeletrônicos, informática, telefonia e celulares e eletroportáteis.</p>
<p>O estudo mostra que a elevação da taxa básica de juros provocou  comportamentos distintos em relação ao uso do crédito para ir às compras  neste trimestre. De dez categorias de produtos pesquisados, em nove há  intenção de aumento do uso do crédito em relação a igual período do ano  passado. Apenas nos artigos de cama, mesa e banho, que são itens com  preços mais acessíveis, uma parcela menor de pessoas pretende se  endividar entre julho e setembro.</p>
<p>Em relação ao segundo trimestre deste ano, a intenção de reduzir o  uso do crédito no terceiro trimestre ocorre em seis categorias de  produtos: móveis, eletroeletrônicos, material de construção,  informática, telefonia e artigos de cama.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100715/not_imp581363,0.php" target="_blank">Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo</a></em></p>
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		<title>Confiança do consumidor aumenta em julho, aponta FGV</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/confianca-do-consumidor-aumenta-em-julho-aponta-fgv/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confiança do consumidor aumenta em julho, aponta FGV]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Avaliações sobre a atual situação do país são as mais positivas desde 2005.<br />
Já perspectivas para próximos meses ficaram estáveis entre junho e julho.</p>
<p>O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas registrou aumento de 1,1% em julho, passando de 118,7 para 120,0 pontos, com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22).</p>
<p>A pesquisa constatou que as avaliações que os consumidores fizeram em julho sobre o cenário atual da economia brasileira são as mais positivas desde a série histórica, que teve início em setembro de 2005. O Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 2,9%, passando de 131,0 em junho, para 134,8 pontos.</p>
<p>Já as perspectivas quanto aos próximos meses ficaram estáveis. O Índice de Expectativas (IE) praticamente não mudou, passando de 112,0 para 112,1 pontos &#8211; o melhor resultado desde maio de 2008, segundo a FGV.</p>
<p>O item que mede o grau de satisfação com a situação econômica local foi o que mais contribuiu para a evolução do ICC entre junho e julho. A proporção de consumidores que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 23,8% para 25,3% do total. A parcela dos que a consideram ruim teve redução de 24,9% para 20,3%.</p>
<p>Em relação à evolução da situação econômica, houve aumento do otimismo local nos seis meses seguintes. A proporção de consumidores prevendo melhora teve redução de 28,8 para 28,6%. A proporção dos que preveem piora diminuiu de 10,3% para 8,1%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/confianca-do-consumidor-aumenta-em-julho-aponta-fgv.html" target="_blank">G1 &#8211;  Economia e Negócios</a></p>
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		<title>Preços ao consumidor desaceleram em três de sete capitais</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/precos-ao-consumidor-desaceleram-em-tres-de-sete-capitais/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Preços ao consumidor desaceleram em três de sete capitais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preços subiram menos em Belo Horizonte e recuaram em Recife e no Rio de Janeiro.</strong></p>
<p>A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor &#8211; Semanal) registrou desaceleração nas taxas em três das sete capitais pesquisadas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) até o último dia 15. Foi o caso de Belo Horizonte (de 0,21% para 0,11%), Recife (de 0,06% para -0,31%) e Rio de Janeiro (de -0,03% para -0,17%).</p>
<p>Segundo a FGV, nas outras quatro cidades houve aceleração da alta de preços ou recuo menor. Foi o que ocorreu em Porto Alegre (-0,07% para -0,02%), São Paulo (-0,24% para -0,23%), Salvador (0,10% para 0,16%) e Brasília (0,26% para 0,35%).</p>
<p>No fim da semana passada, a FGV divulgou o IPC-S geral, que indicou deflação de 0,13% na quadrissemana encerrada em 15 de julho, ante deflação de 0,08% na quadrissemana anterior. Abaixa nos preços dos alimentos foi o que influenciou o resultado, com destaque para hortaliças e legumes (-6,10% para -7%).</p>
<p>A apuração do IPC-S com dados coletados até o dia 22 deste mês será divulgada no próximo dia 23; já a divulgação por capitais será feita no próximo dia 26.</p>
<p><em>Fonte:  Agência Estado e <a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/precos-ao-consumidor-desaceleram-em-tres-de-sete-capitais-20100719.html" target="_blank">R7</a></em></p>
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		<item>
		<title>Varejo espera o melhor Dia dos Pais desde 2005, aponta Serasa</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/noticias/varejo-espera-o-melhor-dia-dos-pais-desde-2005-aponta-serasa/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 18:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Varejo espera o melhor Dia dos Pais desde 2005, aponta Serasa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Os varejistas estão otimistas com relação ao Dia dos Pais deste ano. Uma pesquisa da Serasa Experian realizada com mais de 1 mil executivos do setor revela que 55% deles apostam em alta do faturamento ante igual período de 2009. Este é o maior percentual desde que o levantamento começou a ser feito, em 2005.</p>
<p>Já 39% dos entrevistados acreditam que o faturamento ficará no mesmo patamar registrado no ano passado, enquanto 6% estimam queda.</p>
<p>Os economistas da Serasa Experian notam que o otimismo prevalece, apesar dos juros mais altos e do maior nível de endividamento do consumidor. Para eles, uma das razões é a evolução do crédito, com prazos cada vez mais longos.</p>
<p>Além disso, a Serasa enfatiza que a base de comparação não é fraca, uma vez que, no Dia dos Pais do ano passado, a economia brasileira já tinha se recuperado da crise financeira.</p>
<p>Na análise por regiões, verifica-se que os varejistas do Nordeste são os mais otimistas, com 67% esperando faturar mais. Na sequência, aparecem Centro-Oeste, com 61%, Sudeste (55%), Norte (53%) e Sul (50%).</p>
<p>O estudo também revelou um equilíbrio entre as vendas a prazo e à vista. No Dia dos Pais deste ano, 51% das vendas serão a prazo e 49% à vista, de acordo com a Serasa Experian.</p>
<p>No que se refere aos meios de pagamento, o dinheiro será a preferência dos consumidores que optarem pelo pagamento à vista, com 39%, seguido por cartão de crédito (25%); cartão de débito (18%); cheque (16%) e cartão da própria loja (2%).</p>
<p>As vendas a prazo, por sua vez, se dividirão entre cartão de crédito parcelado (43%); cheque pré-datado (33%); financiamento ou crediário (16%); cartão de débito parcelado (4%); cartão da loja parcelado (2%) e outros (2%).</p>
<p>Quanto aos presentes, para 55% dos entrevistados, haverá mais demanda por roupas, sapatos e acessórios. Já o celular é a aposta de 23% dos varejistas. Depois aparecem eletrônicos (6%), perfumaria e cosméticos (6%), e vinho e bebidas (2%).</p>
<p><span style="padding: 0px;margin: 0px">Leia mais: <a href="http://www.valoronline.com.br/?online/indicadores/22/6393017/varejo-espera-o-melhor-dia-dos-pais-desde-2005,-aponta-serasa#ixzz0uVpT9XXF" target="_blank">http://www.valoronline.com.br/?online/indicadores/22/6393017/varejo-espera-o-melhor-dia-dos-pais-desde-2005,-aponta-serasa#ixzz0uVpT9XXF</a></span></p>
<p>Fonte:  <em><a href="http://www.valoronline.com.br/?online/indicadores/22/6393017/varejo-espera-o-melhor-dia-dos-pais-desde-2005,-aponta-serasa" target="_blank">Karin Sato | Valor</a></em></p>
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		<title>Emissão de cheques sem fundos cai 8% em junho</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 22:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valdirene</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Emissão de cheques sem fundos cai 8% em junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A emissão de cheques sem fundos teve queda em junho, após apresentar ligeira alta em maio. Divulgado hoje, o levantamento mensal da empresa de informações econômicas Equifax mostra redução de 8,18% na comparação de junho ante maio &#8211; um total de 1,61 milhão de cheques sem fundos, contra 1,76 milhão no mês anterior. Ante junho de 2009, a emissão caiu 24,67%. Em maio, após dois meses consecutivos de queda, houve aumento de 1,86% em relação ao mês anterior.</p>
<p>Os economistas da Equifax atribuem a queda da inadimplência do cheque ao aumento da renda familiar, à queda do desemprego e ao potencial das famílias em controlar seu endividamento. &#8220;O aumento da taxa de juros para os pagamentos a prazo e o crescimento do consumo durante a Copa do Mundo não foram suficientes para pressionar o índice de inadimplência&#8221;, disse Alcides Leite, consultor da Equifax. &#8220;Talvez, nos próximos meses, esses eventos possam gerar algum impacto no volume de emissão de cheques sem fundos&#8221;, completou.</p>
<p>O balanço da Equifax também registrou o volume de títulos protestados em junho, que apresentou redução de 11,26% em relação a maio. Foram registrados 630.397 protestos, contra 710.394 no mês anterior. O número apresentou queda ainda maior na comparação anual &#8211; de 796.984 em junho de 2009 para 630.397, baixa de 29,19%.</p>
<p>A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas por Banco Central, cartórios, juntas comerciais e fóruns e feita a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,emissao-de-cheques-sem-fundos-cai-8-em-junho,27833,0.htm" target="_blank">Gustavo Uribe &#8211; Agência Estado &#8211; O Estado de São Paulo</a></em></p>
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		<title>Cartão Mais! conquista novos clientes</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 23:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rede credenciada]]></category>

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		<description><![CDATA[A rede de móveis Marabraz, os supermercados Nagumo e as lojas de calçados Mundial são os mais novos parceiros da Cred-System.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_682" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-682 " title="20100517_crd_cartaomais_web_site_noticias" src="http://www.credsystem.com.br/wp-content/uploads/2010/05/20100517_crd_cartaomais_web_site_noticias.jpg" alt="as de calçadA rede de móveis Marabraz, os supermercados Nagumo e as lojos Mundial são os mais novos parceiros da Cred-System" width="480" height="370" /><p class="wp-caption-text">A rede de móveis Marabraz, os supermercados Nagumo e as lojas de calçados Mundial são os mais novos parceiros da Cred-System.</p></div>
<p>A Cred-System começou o ano com novas e promissoras conquistas. Em abril fechou a importante parceria com a rede Marabraz. Graças à negociação, os usuários do Cartão Mais! vão poder fazer suas compras em umas das maiores empresas de varejo do estado de São Paulo especializadas em móveis para as classes populares. A empresa oferece condições de pagamento bastante acessíveis em suas 114 lojas, localizadas no litoral paulista, na Grande São Paulo e nas regiões do Vale do Paraíba e de Campinas.</p>
<p>Outras duas grandes redes varejistas estão aceitando desde março o Cartão Mais!: são os supermercados Nagumo e as lojas de calçados Mundial. O grupo Nagumo tem 26 supermercados, funcionando na zona leste de São Paulo e também nas cidades de Guarulhos, Mogi das Cruzes, Poá, Santo André, São José dos Campos, Suzano e Taubaté. Já a rede Mundial é formada por 14 lojas, abertas em Guarulhos, Mauá, Osasco, Santo André e São Paulo.</p>
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		<title>SurfTrip lança o Cartão SurfTrip Mais!</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 18:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rede credenciada]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços financeiros da Cred-System chegam à rede SurfTrip.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_659" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-659" title="cartao_surftrip" src="http://www.credsystem.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cartao_surftrip1.jpg" alt="Cartão estratégico para público jovem " width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Cartão estratégico para público jovem </p></div>
<p>A rede SurfTrip acaba de implantar serviços financeiros em suas 12 lojas. Desde 1º de dezembro, todos os clientes poderão solicitar o cartão SurfTrip Mais! e dispor de um limite exclusivo para compras nas lojas da rede, e outro para utilizar em todos os estabelecimentos que aceitam o cartão de crédito Mais!. &#8220;Ouço os lojistas que  já são parceiros da Cred-System elogiando o co-branded&#8221; afirma Maurício Behisnelian, proprietário da SurfTrip. Com o novo cartão, a marca realiza um grande e perspicaz movimento na estratégia comercial, e inicia uma nova fase de relacionamento com os clientes.</p>
<p><strong>PERSPICÁCIA AO ESTREITAR RELACIONAMENTO COM CLIENTES</strong><br />
A SurfTrip pertence ao segmento de surf wear e street wear há 22 anos. As lojas estão espalhadas por Osasco, Taboão da Serra, Suzano e São Paulo, sendo 9 em shoppings centers e em 3 estabelecimentos de rua. O público é jovem e, na maioria, recém-ingressado no mercado de trabalho. São consumidores com grande potencial de consumo. Mas a renda é comprometida com despesas de educação, transporte, alimentação e lazer. Por isso, precisam de crédito para satisfazer os desejos de consumo.<br />
<strong>SERVIÇOS FINANCEIROS COMO ESTRATÉGIA DE VENDAS</strong><br />
Os cartões private label e co-branded estão se transformando cada vez mais em instrumentos estratégicos para aumento das vendas. A economia estável e a evolução do potencial de consumo dos emergentes criaram um quadro positivo para o varejo. Em contrapartida, a competitividade é frenética. Por isso, os serviços financeiros fazem a diferença. “Essa é uma ferramenta que o estabelecimento tem para tratar o consumidor de forma diferenciada”, afirma Aquiles Bassani, gerente de relacionamento da Cred-System, responsável pela conta SurfTrip. “Entre as várias vantagens do cartão co-branded, o lojista hoje poderá verificar o histórico de compras do consumidor por meio do serviço de ‘Ativação e Retenção’. Com ele, pode se criar uma ação para reconduzir esse cliente à loja, caso ele esteja afastado”, exemplifica o gerente.</p>
<p>Os cartões de loja, além de contribuírem para a concentração do consumo no estabelecimento, proporcionam serviços e comodidades aos clientes portadores. Saques em dinheiro, pagamento de fatura fora do horário bancário, acesso a promoções e brindes &#8211; por exemplo, são algumas possibilidades de explorar os serviços financeiros como elemento acelerador de faturamento.<br />
<strong>EXPERIÊNCIAS POSITIVAS<br />
</strong>As lojas Gabriela, Nitel, Kabler, Alegria e Sandry Fashion exploram os serviços financeiros. O cartão Mais!, em sua modalidade co-branded, representa para todas estas redes um importante fator gerador de vendas e de fidelização de clientes. Mas, embora o mecanismo de crédito seja idêntico para todas, cada dirigente lojista desenvolve o produto conforme o perfil do seu consumidor e as características do seu negócio.<br />
Não existe uma fórmula comum a todos. O varejo é repleto de variáveis. Por isso, a experiência em gestão de serviços financeiros da Credsystem, aliada ao conhecimento de mercado e às particularidades de consumo que só o lojista possui, resulta em uma combinação de competências capaz de criar alternativas vencedoras.</p>
<p><em>Texto: Vinícius Costa.</em></p>
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