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	<title>Cred-System</title>
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	<description>Desde 1996 no mercado, a Cred-System é altamente especializada na concessão de crédito para clientes das classes emergentes, não bancarizados e autônomos.</description>
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		<title>Cresce o número de consumidores da classe C que possuem cartão de crédito</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 13:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O cartão de crédito mostrou elevado crescimento entre as classes econômicas. Mas é a classe C a que mais tem crescido, como revela pesquisa do Ibope.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cartão como alternativa de crédito tem crescido entre as classes econômicas. Pesquisa do Ibope com o Target Group Index revela que entre 2005 e 2009 houve expansão de 8 pontos percentuais do produto financeiro tanto entre a classe AB como entre a classe C.</p>
<p>A pesquisa mostra que, em 2005, 66% dos que pertencem à classe AB tinham a moeda de plástico, ao passo que em 2009, o percentual alcançou os 74%. Considerando os que pertencem à classe C, 45% tinham cartão de crédito em 2005. No ano passado, esse percentual passou para 53%.</p>
<p>Entre os consumidores que estão na classe DE o crescimento foi menor, de apenas 3 pontos percentuais. Em 2005, 28% possuíam a moeda de plástico, contra 31% no ano passado.</p>
<p>Ao todo, mostra a pesquisa, 57% da população tem cartão de crédito – um crescimento de 11 pontos percentuais na comparação com 2005, quando 46% tinham a moeda de plástico.</p>
<p>Para o levantamento, o Ibope Mídia, juntamente com o Target Group Index, realizou 20 mil entrevistas.</p>
<p><strong>Cartão de loja</strong><br />
A participação dos cartões de loja na carteira do consumidor também cresceu, principalmente entre os mais abastados. Segundo a pesquisa, 39% dos que estão na classe AB têm um cartão de loja ou supermercado – um aumento de 13 pontos percentuais frente a 2005, quando 26% possuíam essa forma de pagamento.</p>
<p>Entre os consumidores da classe C, a expansão dessa modalidade também foi significativa, de 10 pontos percentuais. Em 2005, 15% desse segmento da população tinha cartões de estabelecimentos. Esse número alcançou os 25% no ano passado.</p>
<p>Na classe DE, o aumento foi de 5 p.p., com o índice passando de 6% em 2005 para 11% em 2009. Ao todo, 28% da população tem cartões do tipo private label, contra os 15% registrados em 2005.</p>
<p><strong>Conta-corrente</strong><br />
Na pesquisa, o Ibope ainda constatou que caiu o número de consumidores da classe C que estão bancarizados. No ano passado, 47% tinham conta corrente, contra 49% registrados quatro anos antes.</p>
<p>Entre a classe AB, o percentual se manteve praticamente estável, já que 74% possuíam conta corrente em 2009, contra os 73% de 2005. O mesmo ocorre entre os segmentos menos abastados. Entre os consumidores da classe DE, 25% tinham conta corrente, contra 24% registrados há quatro anos.</p>
<p>Ao todo, 54% da população possui conta corrente – um aumento de 5 pontos percentuais frente a 2005, quando 49% tinha uma conta.</p>
<p><strong>Caderneta de poupança</strong><br />
O percentual de brasileiros que têm caderneta de poupança cresceu pouco em quatro anos. O número passou de 41% em 2005 para 45% em 2009. Entre os segmentos da população, não houve alterações no percentual.</p>
<p>Dessa forma, a classe AB se mantém entre os segmentos que detém o maior percentual de participação: 57% possuem conta poupança. Entre os que estão na classe C, o número cai para 41%. E entre os que pertencem à classe DE, o percentual continua em 26%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/infopessoal/Artigos.shtml?Id=1963243&amp;Secao=_ESTILOVIDA" target="_blank">Info Money</a></p>
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		<title>Expansão do crédito indica final de ano favorável</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/credito-pessoal-e-financas/expansao-do-credito-indica-final-de-ano-favoravel/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 17:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crédito pessoal e finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito e as vendas do varejo continuam se expandindo em ritmo forte no segundo semestre indicando as perspectivas de um final de ano favorável para o comércio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional SCPC de Crédito ao Consumidor (INCC), elaborado pelo Instituto de Economia da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base no movimento de consultas dos mais de 2200 SCPCs e SPCs de todo o País, atingiu a 112,7 em setembro, com crescimento de 13,7% na comparação com setembro de 2009.</p>
<p>“Os indicadores demonstram que o crédito e as vendas do varejo continuam se expandindo em ritmo forte no segundo semestre indicando as perspectivas de um final de ano favorável para o comércio”, declara o economista-chefe e superintendente institucional da ACSP, Marcel Solimeo.</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>A evolução regional das consultas não foi uniforme, mas todas apresentaram crescimento sobre igual mês do ano passado. O destaque maior foi o Sudeste, com aumento de 16,1%; seguido pelo Nordeste, com crescimento de 14,4%. Norte, com 10,4%; e Sul,com 8,7%  vieram a seguir, com o Centro-Oeste apresentando a menor taxa de expansão, com 3,9%De acordo com Solimeo, “os fatores que explicam o bom resultado das consultas e o desempenho favorável do varejo são a expansão do emprego e da renda, a confiança do consumidor, a ampla disponibilidade de crédito com prazos longos e queda de preços de muitos produtos, importados ou com parcela expressiva de componentes vindos do exterior.</p>
<p><strong>Registros recebidos e cancelados</strong></p>
<p>Deve-se ressaltar que a expansão do crédito e das vendas vêm ocorrendo sem pressão sobre a inadimplência, pois o número de Registros Recebidos pelos SCPCs e SPCs  apresentou queda de 1,8%, enquanto os Cancelamentos &#8211;  isto é, dívidas pagas ou renegociadas &#8211; cresceu 10,3% na comparação setembro, mostrando que continua  forte o movimento de recuperação de crédito, graças ao dinamismo do mercado de trabalho.</p>
<p>Sobre a ACSP e o SCPC: A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus mais de 115 anos de história, atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, tem estado sempre ao lado do pequeno, médio e grande empresário, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços no país.</p>
<p>No ambiente de negócios, a ACSP administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que dispõe do mais moderno e completo banco de dados de informações comerciais, com dados de pessoas e empresas e cobertura nacional. O SCPC oferece soluções inteligentes para a tomada de decisão na gestão de crédito e, com o apoio da alta tecnologia, está preparado para atender às novas demandas decorrentes da implantação do Cadastro Positivo, com modelos estatísticos desenvolvidos com exclusividade para cada tipo de negócio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2780:expansao-do-credito-indica-final-de-ano-favoravel&amp;catid=60:credito-e-cobranca&amp;Itemid=84" target="_blank">UOL</a></p>
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		<item>
		<title>O apetite das classes C e D</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/mercado-financeiro/o-apetite-das-classes-c-e-d/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 14:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A expansão do crédito, em especial o consignado, mas também o disponibilizado na praça pelos bancos e suas financeiras, é responsável pelo crescimento da chamada nova classe média. Com grande potencial de compra, as classes C e D fazem girar as mercadorias no balcão com mais velocidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum segmento quer ficar de fora do novo boom da economia brasileira, que atende pelo nome de classes C e D. São os brasileiros que ganham entre dois e dez salários mínimos, que já superam a classe B em potencial de consumo.</p>
<p>A chamada nova classe média faz girar as mercadorias no balcão com mais velocidade. Tem a empurrá-la a expansão do crédito, em especial o consignado, mas também o disponibilizado na praça pelos bancos e suas financeiras, em que pese as altas taxas de juros.</p>
<p>As classes C e D ainda não têm uma noção mais precisa da taxa de juros. A conta é feita pela renda. Se a prestação cabe no salário, elas compram a geladeira. Não enxergam que, se os juros fossem mais baixos, com o mesmo dinheiro seria possível comprar a geladeira e ainda o microondas.</p>
<p>Este público, antes esquecido, está em todas as estatísticas. O último relatório Economia Brasileira em Perspectiva, divulgado pelo Ministério da Fazenda, aponta que 103 milhões de brasileiros fazem parte da classe C. Eles podem chegar a 113 milhões até 2014. Só a classe C já soma, portanto, mais da metade dos 200 milhões de brasileiros.<br />
O ranking de capacidade de consumo, elaborado pelo Data Popular, mostra que a classe D tem R$ 381,2 bilhões para gastar (28% da massa total de rendimentos &#8211; R$ 1,380 trilhão). Acima, portanto, da classe B, que tem R$ 329,5 bilhões (24%) para consumir. O maior potencial de compras, entretanto, é o da classe C, composta por brasileiros que ganham entre cinco (R$ 2.550) e dez (R$ 5.100) salários mínimos: R$ 427,6 bilhões. Trata-se da real classe média do país.</p>
<p>As estatísticas indicam, ainda, que as classes C e D estão optando por comprar das empresas que fabricam marcas regionais desconhecidas, às vezes com embalagens menores e menos sofisticadas, vendidas, principalmente, no pequeno varejo a preços inferiores aos das marcas líderes. Mais uma vez, o preço: do produto ou da prestação. Cabe no bolso, fecha-se a compra, não importa se é de segunda linha.</p>
<p>Também contribui, segundo a Associação Brasileira da indústria de Alimentos, a queda do desemprego. Os consumidores passaram a comprar com prazos a perder de vista. Eles estão mais confiantes de que continuarão empregados até a última prestação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/colunas-artigos-e-blogs/blog-de-opini-o-1.10994/editorial-o-apetite-das-classes-c-e-d-29-08-10-1.165086" target="_blank">Hoje em Dia</a></p>
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		<title>Varejo aposta em serviços financeiros para expandir</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/mercado-financeiro/varejo-aposta-em-servicos-financeiros-para-expandir/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 14:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o avanço dos cartões de crédito, os carnês e crediários começam a dar lugar aos cartões de marca própria, que fidelizam o cliente e mantêm parte dos ganhos financeiros das operações nas mãos do varejista. O consumidor, principalmente os das classes C e D, está vendo as lojas de varejo como um espaço de serviços financeiros. Assim, o futuro do varejo está diretamente ligado à expansão do financiamento. O parcelamento, por exemplo, é um ótimo atrativo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços financeiros, a oferta de crédito e o financiamento devem continuar sustentando a estratégia das grandes redes varejistas e, inclusive, esticando suas margens. Neste contexto, os carnês e os longos crediários começam a desaparecer e dar lugar aos cartões de marca própria, que fidelizam o cliente, ao mesmo tempo que mantém parte dos ganhos financeiros das operações nas mãos do varejista.</p>
<p>Seja com o antigo crediário ou com os novos cartões de marca própria, algumas redes de varejo aplicam taxas financeiras acima do valor do mercado, que trazem grande retorno a seus negócios. (&#8230;)</p>
<p>O Magazine Luiza, por exemplo, é uma das redes que está investindo fortemente em serviços financeiros para atrair novos clientes e trazer não bancarizados ao espaço de suas lojas. (&#8230;)</p>
<p>A LuizaCred, joint venture entre o Magazine Luiza e o Banco Itaú, é uma das estratégias, principalmente na oferta de crédito ao consumidor. E a aposta, segundo Fabiano, está dando certo, tanto que a varejista já tem 2,5 milhões de cartões emitidos, sendo que mais da metade são ativos, ou seja, foram utilizados em compras nos últimos 30 dias.</p>
<p>Além disso, o consumidor, principalmente os das classes C e D, está vendo, cada vez mais, as lojas do varejo como um espaço de serviços financeiros. (&#8230;)A Lojas Americanas também está investindo neste nicho e já reportou que a carteira financeira de recebíveis da Financeira Americanas Itaú (FAI), cresceu 54,2% no segundo trimestre, atingindo R$ 899 milhões. Deste total, R$ 849 milhões vêm dos cartões de marca própria e dos cartões &#8220;co-branded&#8221;, e R$ 50 milhões vêm do serviço de empréstimo pessoal.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em>Oferta de serviços financeiros</em></p>
<p>O coordenador do núcleo de estudos do varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Ricardo Pastore, acredita que essa tendência de venda parcelada, crédito e serviços financeiros deve se consolidar ainda mais nos próximos anos. &#8220;O futuro do varejo está diretamente ligado à expansão do financiamento. O parcelamento, por exemplo, é um ótimo chamariz, principalmente para os bens duráveis que dependem do salário da população E como fazer esse salário aumentar? Justamente esticando o prazo de pagamento&#8221;, opina.</p>
<p>Beltrame concorda e ressalta que esse modelo é, inclusive, um dos aspectos que sustentam a ascensão da classe C no mercado de consumo. Ele explica que garantir o poder de compra do consumidor por meio de serviços financeiros sempre foi uma aposta dos varejistas, mas ao longo dos anos o modelo de oferta de crédito tem se adequado ao mercado e às diferenciadas condições econômicas.</p>
<p>&#8220;Até pouco tempo, as grandes redes de varejo operavam com linhas de financiamento própria. Era comum fazer compra parcelada diretamente com a loja na versão mais básica, que era com o uso do carnê. Neste contexto, as lojas, inclusive, obrigavam o consumidor a irem até a loja para pagar esse carnê e o cliente acabava comprando mais&#8221;, explica Pastore.</p>
<p>Com o avanço dos cartões de crédito, porém, os ganhos financeiros começaram a ser direcionados às operadoras de cartão de crédito. Por este motivo, as grandes varejistas começaram a investir em cartões de marca própria, em que oferecem vantagens aos clientes, geram fidelização e dividem os ganhos financeiros com as operadoras de cartão.</p>
<p>Além disso, ao estabelecer essas parcerias, seja com operadoras de cartão ou bancos, as varejistas ampliam o volume de capital a ser financiado. &#8220;Na Casas Bahia, por exemplo, o Bradesco entrou com uma massa de capital em troca da fidelização dos clientes da varejista&#8221;, explicou Beltrame.</p>
<p>Esse modelo tem se mostrado assertivo, principalmente, em face do contexto macroeconômico de aumento da renda média dos profissionais e menor nível de desemprego. &#8220;Entendemos que a estratégia adotada pelas empresas deve ser mantida nos próximos anos, pois representa uma poderosa ferramenta de negociação com os clientes. A expansão do meio de pagamento eletrônico deve continuar, atingindo a casa de 909 milhões de plásticos em circulação até 2015. O número de transações deve ficar em 15,6 bilhões e o faturamento em R$ 1,2 trilhões&#8221;, explicou o superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), José Alípio dos Santos.</p>
<p>Ele informa que, para 2010, a expectativa é que o número de cartões chegue a 628 milhões, enquanto o número esperado de transações para o ano deve ficar em 7,1 bilhões. &#8220;As estimativas previstas de faturamento ficam na casa dos R$ 534 bilhões&#8221;.</p>
<p>A Abecs divulgou ainda que, em setembro, o número de cartões chegou a 612,425 milhões, sendo que deste total 149,188 milhões são cartões de crédito e 218,180 milhões são os chamados cartões private label, que levam a marca da varejista. Os números mostram a força dos varejistas na oferta de crédito e a adesão do consumidor a esse novo modelo de pagamento, além de mostrar uma perspectiva em que serviços financeiros e varejo estão cada vez mais atrelados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://varejo.espm.br/2010/10/varejo-aposta-em-servicos-financeiros.html" target="_blank">ESPM</a></p>
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		<item>
		<title>Promoções e parcelamentos serão ponto alto nas vendas do dia das crianças</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/credito-pessoal-e-financas/promocoes-e-parcelamentos-serao-ponto-alto-nas-vendas-do-dia-das-criancas/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 21:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crédito pessoal e finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[O varejo deve apostar nas promoções e vendas parceladas com alongamento dos prazos para as compras do Dia das Crianças. De acordo com a pesquisa Serasa Experian de perspectiva Empresarial para o Dia das Crianças, os varejistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O varejo deve apostar nas promoções e vendas parceladas com alongamento dos prazos para as compras do Dia das Crianças. De acordo com a pesquisa Serasa Experian de perspectiva Empresarial para o Dia das Crianças, os varejistas acreditam que 51% dos consumidores têm a intenção de comprar a prazo neste ano, ante os 48% de 2009.</p>
<p>A pesquisa indicou que 39% das vendas serão pagas em dinheiro, 24% em cartão de crédito, 18% com o cartão de débito automático,17% em cheque, 2% em cartão da própria loja e 1% com outras formas de pagamento. Segundo os entrevistados, a tendência é de que os pagamentos parcelados sejam feitos no cartão de crédito (44%), no cheque pré-datado (31%), financiamento ou crediário (17%), cartão de débito parcelado (5%) e cartão da própria loja (2%).</p>
<p>Segundo a expectativa dos lojistas, 65% das vendas serão de brinquedos, 10% de jogos eletrônicos, 7% de aparelhos de telefone celular, 5% de computadores e impressoras, 4% de roupas, sapatos e acessórios, 3% de chocolates e doces e 1% de CDs e livros. No ano passado, os brinquedos foram 68% das vendas, jogos eletrônicos foram 11% e os celulares, 9%.</p>
<p>A pesquisa mostra que os empresários estão otimistas quanto às vendas: 57% acredita no aumento do faturamento. No ano passado, o índice de otimistas foi de 49%. As opiniões positivas predominam entre os grandes empresários (76%), seguido das médias (66%) e das pequenas empresas (54%).</p>
<p>Na Região Nordeste, 72% dos donos de lojas estão otimistas com relação à data. No Norte, 61% dos varejistas acreditam que vão ter aumento no faturamento; no Centro-Oeste, 56%; no Sudeste, 55% e no Sul, 50%.</p>
<p>De acordo com análise dos economistas da Serasa Experian, o alongamento das parcelas será uma saída para o consumidor em função do endividamento já existente. Como os presentes mais caros estão aparecendo entre as preferências de compra, o crédito também surge com destaque entre as opções para os consumidores. Além disso, os economistas citam a queda do desemprego que também viabiliza as compras parceladas.</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/28/economia,i=215218/PROMOCOES+E+PARCELAMENTOS+SERAO+PONTO+ALTO+NAS+VENDAS+DO+DIA+DAS+CRIANCAS.shtml" target="_blank">portal Correio Braziliense 28/09/2010 &#8211; Agência Brasil</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vendas em shoppings devem crescer 16,5% no Dia das Crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 10:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: R7
Pais devem gastar entre R$ 80 e R$ 120 com o presente dos pequenos
Os shoppings esperam crescimento de 16,5% nas vendas para o Dia das Crianças na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa realizada pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping).
No mês de setembro começam os preparativos do comércio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.r7.com.br" target="_blank">R7</a></p>
<p>Pais devem gastar entre R$ 80 e R$ 120 com o presente dos pequenos<br />
Os shoppings esperam crescimento de 16,5% nas vendas para o Dia das Crianças na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa realizada pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping).</p>
<p>No mês de setembro começam os preparativos do comércio para a quarta melhor data para o varejo, atrás somente do Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Os lojistas iniciam os processos de contratação de mão-de-obra temporária, tendo em vista um grande aumento no fluxo de pessoas aos shoppings, em decorrência da procura de presentes.</p>
<p>Segundo a Alshop, os pais pretendem gastar com os presentes dos pequenos entre R$ 80 e R$ 120.</p>
<p>Os presentes vão variar desde a tradicional boneca para meninas até modelos mais modernos, como roupas de inúmeras grifes, além de peças estampadas com o desenho de personagens infantis.</p>
<p>Para os meninos, as opções incluem carrinhos, jogos, games. E como as crianças de hoje estão mais ligadas do que nunca à tecnologia, os celulares, MP3, e outros acessórios também já figuram na lista de presentes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Demanda do consumidor por crédito bate recorde histórico em agosto, aponta Serasa Experian</title>
		<link>http://www.credsystem.com.br/credito-pessoal-e-financas/demanda-do-consumidor-por-credito-bate-recorde-historico-em-agosto-aponta-serasa-experian/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 14:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crédito pessoal e finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: SerasaExperian
De acordo com Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que procurou crédito durante o mês de agosto/10 cresceu 3,6% frente ao mês de julho/10. Com isso, o indicador atingiu o patamar de 121,1 no mês passado, o maior nível de toda a série histórica iniciada em janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br" target="_blank">SerasaExperian</a></p>
<p>De acordo com Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que procurou crédito durante o mês de agosto/10 cresceu 3,6% frente ao mês de julho/10. Com isso, o indicador atingiu o patamar de 121,1 no mês passado, o maior nível de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2007, ultrapassando a marca observada em maio/2010 (recorde histórico anterior). Na comparação com agosto do ano passado, a procura por crédito avançou 14,3%. Com este resultado, o crescimento acumulado anual recuou ligeiramente de 15,5% (janeiro a julho de 2010) para 15,3% no período de janeiro a agosto de 2010, sempre na comparação com os mesmos períodos de 2009.</p>
<p>Segundo os economistas da Serasa Experian, a confiança dos consumidores em alta e o bom momento do mercado de trabalho, com evolução favorável do emprego e da renda, continuam estimulando a busca do crédito por parte das pessoas físicas. Além disto, o mês de agosto também foi favorecido pela data comemorativa do Dia dos Pais, impulsionando as vendas realizadas mediante financiamentos.</p>
<p>Para ler esta matéria na íntegra e ver ainda os quadros de Análise por Região e por Classe de Renda Pessoal Mensal, clique <a href="http://www.serasaexperian.com.br/release/noticias/2010/noticia_00235.htm" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>Consumidor deve voltar a gastar</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:00:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Analistas avaliam que financiamento ao consumidor vai continuar sendo um importante motor às vendas [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Analistas avaliam que financiamento ao consumidor vai continuar sendo um importante motor às vendas<br />
</em><strong><br />
São Paulo -</strong> As condições para o crédito pessoal seguem facilitadas, o que sugere que os gastos do consumidor deverão se firmar no terceiro trimestre, após uma pausa recente, mesmo com o aperto monetário efetuado pelo Banco Central. É o que defendem os economistas Maurício Oreng e Guilherme da Nóbrega, em relatório que o Itaú Unibanco enviou na semana passada a clientes, com base em dois relatórios divulgados recentemente, pelo BC e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p>Pelos dados oficiais da autoridade monetária, a taxa média nos financiamentos ficou em 40,5% e o spread médio, em 28,9%. Trata-se de uma pequena alta em relação às mínimas históricas observadas em junho, de 40,4% e 28,6%, respectivamente. De acordo com Oreng e Nóbrega, o impacto desta pequena alta no juro sobre as parcelas dos financiamentos continua sendo aliviado pelos prazos mais longos.</p>
<p>O prazo médio em empréstimos ao consumidor, segundo os dados do BC, está em 17,6 meses, próximo ao nível máximo histórico, de 17,7 meses. Às condições facilitadas de crédito pessoal a que os dois economistas se referem soma-se a redução do nível de inadimplência, que sempre se traduz em aumento da confiança por parte de quem concede crédito.</p>
<p>&#8220;Calculamos que a inadimplência (mais de 90 dias de atraso no pagamento) caiu um décimo para 6,4% &#8211; o menor nível com ajuste sazonal em cerca de cinco anos. Esse bom desempenho reflete as condições de crédito facilitadas, a sólida criação de empregos e o aumento na renda real&#8221;, avaliam os economistas. Para os dois, exceto por uma nova e inesperada recessão global, a espiral favorável de empréstimos e emprego robusto deve permanecer.</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=842434" target="_blank">Negócios - Diário do Nordeste</a></p>
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		<title>A inflação controlada anima os consumidores</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A queda da inflação é o fator que mais contribuiu para o nível recorde alcançado pelo Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio). Outros bons motivos para essa confiança - o aumento da massa salarial e da oferta de emprego [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A queda da inflação é o fator que mais contribuiu para o nível recorde alcançado pelo Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio). Outros bons motivos para essa confiança &#8211; o aumento da massa salarial e da oferta de emprego &#8211; não teriam sido suficientes para o resultado de 162,3 pontos registrado em agosto, ou 4,6% mais do que em julho. Iniciado em 1994, o índice varia entre 0,0 e 200,0 pontos. Acima de 100 pontos é a faixa do otimismo.
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<p>Em janeiro a inflação oficial, medida pelo IPCA, foi de 0,75% e em fevereiro, de 0,78%, corroendo o poder de compra dos salários. Mas o IPCA despencou para a casa de 0,5%, em março e abril; caiu a 0,43%, em maio; chegou a zero, em junho; e ficou em 0,01%, em julho. E no período ainda houve reajuste do salário mínimo e das aposentadorias.</p>
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<p/>
<p>Mais do que reclamar dos juros altos, como se faz habitualmente &#8211; em geral, com razão -, o comércio deveria agradecer ao Banco Central pela sintonia fina da política monetária, que retomou, em abril, a alta do juro básico. Nada pior do que um recrudescimento de preços para abalar a confiança e a intenção de consumir.</p>
<p>&nbsp;
<p/>
<p>Outros indicadores registraram um aumento do endividamento das pessoas físicas, o que poderia desestimular as vendas a varejo nos próximos meses. Mas o assessor econômico da Fecomércio, Thiago Freitas, acredita que &#8220;o atual nível de confiança demonstra que os consumidores estão mais dispostos a comprometer uma parcela mais significativa de sua renda, principalmente com a aquisição de bens de alto valor unitário&#8221;. Na prática, esse grau de otimismo é confirmado pelos dados favoráveis do setor de veículos, inclusive depois do corte de incentivos tributários.</p>
<p>&nbsp;
<p/>
<p>Um dos componentes do ICC, o Índice das Condições Econômicas Atuais (CEA), mostrou que o grau de satisfação dos paulistas aumentou 7,2% entre julho e agosto, com destaque para as mulheres e as famílias com renda inferior a dez salários mínimos. Já o Índice de Expectativa do Consumidor (IEC) indicou mais confiança, sobretudo daqueles que percebem mais de dez mínimos. Estes talvez acreditem, como o governo, que não há mais crise no horizonte brasileiro, ao contrário dos países desenvolvidos, onde o consumo cedeu lugar à poupança, por precaução.</p>
<p>&nbsp;
<p/>
<p>Mas a demanda aquecida, usual em fases de eleições, cria ilusões, pois se perde de vista o momento seguinte, quando o governo terá de ser bem mais contido para evitar novas pressões fiscais e inflacionárias.</p>
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<p/>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,a-inflacao-controlada-anima-os-consumidores,598428,0.htm" target="_blank">O Estado de São Paulo</a></p>
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		<title>30 hábitos do novo consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia e Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mapeou preferências dos consumidores e identificou seus hábitos de compra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; A pesquisa Retratos do Varejo2010, da APAS, associação paulista de supermercados, flagrou os hábitos e o grau de satisfação dos consumidores de varejo na hora da compra. Mostrou ainda como deu-se a evolução desses hábitos de 2006 para 2009. Veja 30 desses pontos.</p>
<p><strong>1.   41% dos consumidores</strong> de classe C fazem compras de carro.</p>
<p><strong>2.   31% dos consumidores</strong> de classe C têm cartão de crédito ou de loja.</p>
<p><strong>3.   A maioria dos consumidores</strong> de classe C compra mais no início do mês.</p>
<p><strong>4.   82% dos consumidores</strong> de classe AB fazem compras de carro.</p>
<p><strong>5.   71% de seus gastos</strong> são direcionados ao autosserviço.</p>
<p><strong>6.   Consumidores de classe AB e C</strong> reaproveitam alimentos em igual proporção, assim como apresentam uma diferença de apenas 1% no controle do consumo de água.</p>
<p><strong>7.   65% dos consumidores</strong> da classe DE fazem compras a pé.</p>
<p><strong>8.   48% dos gastos</strong> da classe DE são destinados ao autosserviço.</p>
<p><strong>9.   Consumidores brancos</strong><strong> </strong>compram mais nas quartas-feiras.</p>
<p><strong>10.   Consumidores brancos</strong> são responsáveis pelos maiores gastos em hipermercados e supermercados.</p>
<p><strong>11.   Consumidores negros e pardos</strong> compram mais aos domingos.</p>
<p><strong>12.   21% dos gastos</strong> de outras etnias são em canais alternativos como venda porta-a-porta, farmácias, drogarias e atacadistas.</p>
<p><strong>13.   Outras etnias</strong> compram mais aos sábados.</p>
<p><strong>14.   23% das pessoas</strong><strong> </strong>que moram sozinhas e dos casais sem filhos praticam exercícios físicos. 10% a mais do que casais com crianças pequenas.</p>
<p><strong>15.   31% das pessoas</strong><strong> </strong>que moram sozinhas ou de casais sem filhos procuram alimentos com baixo teor de gordura, contra 15% dos casais que moram com filhos pequenos.</p>
<p><strong>16.   Casais com crianças pequenas</strong> têm uma taxa de separação de lixo para reciclagem 15% menor do que pessoas que moram sozinhas ou casais sem filhos.</p>
<p><strong>17.   Pessoas que moram</strong><strong> </strong>sozinhas ou casais sem filhos possuem um tíquete médio menor, mas gastam mais em grandes lojas, concentrando suas compras no início do mês.</p>
<p><strong>18.   Casais com crianças</strong> pequenas compram mais nas segundas-feiras.</p>
<p><strong>19.   Casais com crianças</strong> pequenas fazem mais visitas ao ponto-de-venda.</p>
<p><strong>20.   63% dos gastos</strong> de lares com crianças pequenas são voltados ao autosserviço.</p>
<p><strong>21.   Casais com crianças</strong> pequenas concentram-se mais na classe C.</p>
<p><strong>22.   Pessoas que moram</strong><strong> </strong>sozinhas ou casais sem crianças preocupam-se mais com a conservação e o reaproveitamento dos alimentos, preservação do meio ambiente, controle de consumo de água. Além disso, também verificam mais a lista de calorias dos alimentos.</p>
<p><strong>23.   Casais com crianças</strong> pequenas, por sua vez, preocupam-se mais em fazer e seguir listas de compras.</p>
<p><strong>24.   Em 2006, 74%</strong> dos consumidores estavam satisfeitos com a limpeza do local de compra. Em 2009, essa taxa caiu para 67%.</p>
<p><strong>25.   Entre 2006 e 2009</strong>, a satisfação com a qualidade e o frescor de carnes e aves nos locais de compra caiu 7%.</p>
<p><strong>26.   Houve um aumento</strong> de 5% no incômodo dos consumidores com a demora do atendimento no caixa de 2006 para cá.</p>
<p><strong>27.   12% dos consumidores</strong> acham importante ter produtos gourmet à venda, mas apenas 3% estão satisfeitos com os produtos gourmet.</p>
<p><strong>28.   42% dos consumidores</strong> acham importante ter vagas especiais para idosos, mas apenas 7% estão satisfeitos com as vagas.</p>
<p><strong>29.   Ter seção</strong> de produtos para dietas especiais  (diabetes, celíacos, etc) é importante para 34% dos consumidores, mas apenas 6% estão satisfeitos com os produtos.</p>
<p><strong>30.   A maioria</strong> dos consumidores de varejo continuam insatisfeitos com fatores básicos como limpeza e organização da loja, rapidez no caixa, etc. O que demonstra seu amadurecimento e o crescente nível de exigência.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/30-habitos-novo-consumidor-559084.html?page=1" target="_blank">Portal Exame</a></p>
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